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O “Herança Sacerdotal” passou e eu me sinto bem saturado para escrever sobre ele. Imaginem, eu não escrevo sobre outra coisa já a uns seis meses. Até mesmo durante o evento, eu escrevia o tempo todo sobre o que estava acontecendo. Para conferir a versão jornalística dos fatos, feita por mim mesmo, você pode clicar aqui e dar uma lida. Tudo com foto, vídeo, montagem no photoshop. Viva a convergência das mídias!

Um Congresso do Projeto Joel 2 pode ser considerada a atividade que mais me desgasta por um ano. É tudo muito pesado para ser feito: a responsabilidade é grande, o clamor por inspiração é ainda maior, as horas de trabalho, de jejum, de intercessão por ele, por eles, e por mim, comer pouco, dormir menos, trabalhar sob pressão, seja de humanos, seja de espíritos. No final, cansa. Você desmonta todo e dá um mergulho no mar, sem pensar bem no que está fazendo.

Este é o segundo congresso nacional que ajudei a acontecer. O primeiro, “Levanta-se um exército” foi assustador. O primeiro, a tensão de fazer algo nunca feito, mas que teve um resultado incrível. Agora, na segunda sequência, muitos erros nao foram cometidos, o computador ficou mais fácil de guardar, eu aprendi alguns “macetes” de cobertura online que me permitiram sair e dar uma volta com meus amigos “do Brasil” depois de todas as noites.

Ah, como não lembrar dos amigos de fora! Deles fica a maior parcela de saudade, que sobe pelas canelas. Saudades de todo o povo companheiro de tapiocas e praias, que acabam fazendo com que tudo aquilo que você até já enjoou na sua cidade fique com um gostinho de novidade. Saudade da banda perfeita, que além de ter mandado muito bem musicalmente falando, são pessoas especialmente ungidas e divertidas [melhor parte]. Sabor aprovado! E eu quero mais hein?

Posso comparar minha atitude ousada de estar na equipe do projeto joel 2 com Ester empurrando a porta da sala do trono sem ter sido convidada. Em meio a pessoas tão boas, tão santas, tão referencial, lá estou, fazendo sabe-se lá o que. Quando li o livro do John Maxwell, que comentei no post passado, me identifiquei com a história de uma Ester que se sentia fora de lugar, mas encontrou seu propósito numa atitude que poderia colocar um fim em seus dias. Mas ela foi lá, empurrou a porta! Acho que foi isso o que eu fiz: empurrar a porta.

O Rei em jogo é exigente, mas sempre misericordioso. Lembro-me de ter a impressão, no segundo dia de congresso, cantando na plataforma, de estar pedindo permissão para entrar. Quando o Pastor passou o microfone para mim, era como se eu tivesse ganho a permissão de pedir o que eu quisesse. E ali, eu pedi: Pedi que o decreto de satanás contra os jovens brasileiros fosse anulado. Foi o que aconteceu.

Você geralmente encontra o propósito para a sua vida no lugar menos provável. Deus gosta disso, de trabalhar dentro do que não pensamos, daquilo que não é confortável pra nós. Naqueles dias, eu me senti como na primeira vez em que Ele me colocou na parede, e me disse o que eu deveria fazer. Chamado. Se essas horas tivessem uma trilha sonora, se pareceria com uma canção que eu estou ouvindo agora, e talvez no próximo post eu mostre uma versão pra vocês.

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