“Imaginem que um de vocês vá a casa de um amigo, à meia-noite, e lhe diga: ‘amigo, me empreste três pães. É que um amigo meu acaba de chegar de viagem e eu não tenho nada para oferecer.’
E imaginem que o amigo responda lá de dentro: ‘ não me amole! A porta já está trancada, e eu e os meus filhos estamos deitados. Não posso me levantar para lhe dar os pães.’
Eu afirmo a vocês que pode ser que ele não se levante porque é amigo dele, mas certamente se levantará por causa da insistência dele e lhe dará tudo o que precisar. Por isso eu digo: peçam e receberão; procurem e vocês acharão; batam, e a porta será aberta para vocês. Porque todos aqueles que pedem recebem; aqueles que procuram, acham; e a porta será aberta para quem bate.”
(Mateus 11.5-10 – NTLH)

Não tenho pedido outra coisa, não tenho orado outra coisa. “Senhor, abre a porta”!
Foi o próprio Jesus, por meio da parábola do amigo inoportuno (e de algumas outras), quem nos ensinou a sermos insistentes em oração e não desistirmos.  O mestre ensinou isso porque conhecia a pessoa a quem os pedidos eram feitos, e sabia que demoras eram algo comum. Quem exorta a não desistir tem consciência da demora, e Jesus sabia disso no tocante a orações. Ele mesmo voltou ao Céu com orações sem resposta…

Devido às circunstâncias dos crentes (não dos evangélicos especificamente, mas daqueles que creem e se relacionam com Deus, o que eu realmente considero um conceito mais amplo), fica muito cômodo e lógico acreditar que nem todos nasceram para a felicidade, e que a alguns, sobrou uma vida de dores e amarguras, a ser revelada no futuro, ou a ser compensada no Céu. Já li muitas histórias de crentes fiéis, que depois de entregarem sua vida a Jesus, observaram um quadro de desastres sem fim em suas vidas. É fácil acreditar nisso, e eu acreditei nisso por muito tempo.

Os motivos são óbvios: as pancadas da vida me tiraram completamente as forças de bater a porta, até que chegou o dia em que eu não quis mais bater. Recentemente, tenho sido estimulado a ter coragem de voltar a bater, crendo na promessa de que a porta se abrirá. O que eu espero ter do outro lado? O lugar que Ele separou para mim, exclusivamente. Hoje, mais do que nunca, eu quero ter a consciência de que meu Pai celestial é amoroso e não tem nada menos do que o melhor para me oferecer. Se meus pais terrenos, que são maus, sabem me dar o melhor que podem, quanto mais o meu próprio criador não me dará coisas boas quando eu as pedir?

Aquilo que você quer está do outro lado da porta. Meu convite para você hoje é: CONTINUE INSISTINDO. Junte-se a mim para dizer ao Senhor todos os dias: “Senhor, abre a porta!” A porta da cura, a porta da felicidade, a porta do milagre, a porta do sucesso, a porta dos amigos, a porta do casamento… A porta do lugar onde você quer estar. E ainda se acabar o meu tempo na Terra e a porta não tiver sido aberta, vocês ouvirão, no dia do grande julgamento, o Senhor dizendo sobre mim: “ele bateu até o fim”.

Porque uma porta aberta por Ele, não pode ser fechada por ninguém.

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