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Em meio à correria toda que estamos vivendo aqui, às vezes eu nem lembro que tenho um blog só meu! Isso pode parecer desculpa esfarrapada de blogueiro que passa meses sem atualizar a página pessoal, mas na verdade faltavam experiências relevantes o suficiente para que eu possa compartilhar com vocês. Aqui estou de volta, contando um pouco do que anda acontecendo comigo e compartilhando daquilo que tenho vivido com Ele, o único asssunto realmente importante que existe, dentre todos os assuntos importantes que se enumerem.

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O fim de semana foi intenso para nós como Igreja. Perdemos [apenas] o convívio de uma Irmã maravilhosa. Nossa querida Ademildes, ou simplesmente “Dedê”, foi se encontrar com Jesus em alguma nuvem. Seu marido nos contou que ela “vivia mais no Céu que na Terra”. Sim, e Ele acabou levando-a para viver o Céu de modo integral. O sorriso e alegria indestrutível da Dedê não permitiram que Jesus resistisse. Ele muito a amou e a tomou, sem que estivéssemos esperando.

Todos nós pensamos excessivamente nestes dias sobre a efemeridade da vida, sobre como nossos dias podem acabar no próximo segundo. Estão todos contados e Deus Pai conhece a quantidade. O tempo de fazer algo é hoje e agora, pois amanhã tudo pode acabar. Tudo passa, tudo. Tudo é tudo! Jesus disse que tudo ia passar, menos as Suas Palavras.

É confiando nessa promessa dEle que tenho encarado minhas dores e problemas. Assistindo uma reportágem, vi uma senhora muito sofrida falar o seguinte: “Se plano de Deus, se provação, se problema, se maldade das pessoas… Não importa. Nada disso nos afeta. O que nos afeta é o modo como encaramos as coisas”. A Dedê era um exemplo de alguém que encarava tudo da melhor forma, deixando espaço aberto sempre para o sorriso, para os braços abertos, para um beijo constante e sim, para maquiagem e roupas bem bonitas e alinhadas. Tudo vai passar. Toda a aflição do tempo presente é realmente passageira.

Voltando do sepultamento, depois daquele momento de reflexão e percebendo as lutas que enfrento em pequenos momentos e gestos, me tranquei no quarto e assim como Ana, derramei minha alma diante do Senhor. Interessante que fiz isso enquanto fazia mais mídia para o culto da noite e conversava com o Pastor. As boas notícias que ele me dava nem pesavam no coração. Na verdade era como se eu não estivesse ouvindo, lendo ou vendo nada. Eu via a Jesus, e Seu Espírito tomou minhas mãos para concluirmos o trabalho mais rápido. Eu mesmo apenas chorava, e entregava todo o peso do meu coração a Ele.

Liguei para o Tomás e descobri que ele não estava bem para ir ao culto. Fiquei surpreendido, a princípio. Ministraríamos neste domingo “sozinhos”. O Tom é um líder de louvor completo, que nos guia em tudo o que temos que fazer. Sob a direção dele, todos ficamos muito seguros para executarmos apenas as nossas tarefas enquanto ele pensa no todo. É uma posição “cômoda” para nós, que ficamos “mais atrás” que ele! É estranho sair dela e se abrir para que Deus faça o que Ele quiser. Além de tudo, é uma responsabilidade grande. Ainda chorando, disse ao Senhor que precisava dEle para terminar aquele dia. Logo depois, assim como Ana, me levantei e fui comer… E daí, direto para a Igreja.

Jesus é seu salvador? Amém, o recebemos como salvador num dia muito especial na vida de cada um de nós. Uma coisa que geralmente esquecemos é o seguinte: assim como Ele segue sendo nosso Senhor por toda a eternidade, Ele também segue sendo nosso SALVADOR toda a eternidade. Jesus me salva todos os dias, do pecado, das dores, das perseguições, das decepções, do inimigo e de mim mesmo. Hoje, Ele me salvou mais uma vez. Enquanto ministrava, fui percebendo que à medida que entregamos nossos fardos a Jesus, Ele está pronto para nos dar de Sua própria Graça, para que façamos o que for necessário em seu nome.

Musicalmente falando, o tempo de louvor foi muito gostoso e não muito cansativo. Me vi cantando de uma forma muito natural e completamente focado em Jesus. Não cheguei a ver o que estava acontecendo no templo. Espalmei a mão para a frente e usei o indicador e o polegar como um medidor de foco. Fiquei olhando para o alto a maioria do tempo enquanto ministrava. Era tudo o que eu podia ver, e tudo ao meu redor, ainda tudo o que me atingia, parecia realmente sem importância: neste domingo nublado em Maceió, Jesus brilhou como o sol dentro de mim.

Desci da plataforma muito tranquilo, como já fazia um tempo que não me sentia. Sem sentir um peso de expectativas ou olhares ou ainda julgamentos. Tudo isso ficou sobre o Senhor, quando entreguei a Ele, aqui no meu quarto. Tivemos um tempo de intercessão antes do início do culto e ali, com a ajuda de meus queridos amigos intercessores, o Espírito levou tudo embora e só deixou a conexão aberta entre o meu espírito e o Grande Espírito. A Graça de Jesus sempre propõe essas trocas injustas em nossos dias.

Convido a você, hoje, a atender o convite de Jesus. É Ele mesmo quem vem fazer um convite no final desse post. E o convite diz o seguinte:

Estão cansados? Desgastados? Acabados pela Religião? Venham a mim. Venham comigo e eu vou recobrir as vidas de vocês. Eu vou mostrar a vocês como se descansa de verdade. Andem comigo e trabalhem comigo – vejam como eu faço as coisas. Aprendam os não-forçados ritmos da Graça. Eu não vou colocar nada pesado ou nada que cause dor sobre vocês. Fiquem na minha companhia e aprenderão a viver uma vida livre e iluminada (Mateus 11.28-30 THE MESSAGE).

Jesus quer tomar o seu fardo, e te dar Sua Graça no lugar dele. Qualquer peso que você vier a carregar em suas costas, em seu coração, hoje é desnecessário. Existe um salvador, e tudo o que Ele quer, (não apenas num calvário remoto, mas) todo dia, é te salvar.

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