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Julho foi o quinto mês dos “seis” meses. Essa foto aí foi tirada pelo meu amigo Danielzinho Silva, no púlpito da INSEJEC São Paulo, no último dia do “Militantes” lá. Acho que ela ilustra bem o que esse mês foi pra mim. Ele foi tão intenso, que nem sei se conseguirei explicá-lo bem, mas lá vai.


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[Lim em São Paulo! huhuhu]

Tudo no ano, de certo modo, estava girando para Julho. Desde Maio, Deinha e eu estávamos pensando nos conceitos para a decoração e linguagem visual do congresso em São Paulo. Há um congresso anual que une os jovens do sul e do sudeste por lá, e nós tinhamos a missão de organizá-lo pela terceira vez. Quem lê o meu blog desde 2008, sabe que voltar a São Paulo é lidar com fantasmas, pegar de frente situações traumáticas e vivê-las outra vez, dando uma cara diferente a elas. Esse ano, 2010, contei com a ajuda dos meus queridos amigos. Eram pessoas comuns pra mim, que estavam “ali”, e aos poucos foram se interessando pela minha vida e entraram nela! [Delicakeee :)~~]

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Vale lembrar que a primeira reunião do J2 Media na formação atual, aconteceu lá em São Paulo. Quero até colocar a foto aqui, para não deixar com ciúme quem não apareceu na foto do “Arco-Íris”. Aí está a equipe de midia no congresso sul/sudeste e eles quebraram tudo por lá também. Eu amo MUITO cada uma dessas pessoas da foto, e em momentos como este, eles são descanso e alívio pra mim. Lembrei agora como foi uma luta para que essa foto saísse, mas saiu!

Depois disso, foi a maratona de uma longa “tour” pelo Brasil. Ok, não passei por muitas cidades, mas o caminho entre uma e outra era cansativo. Todos sabem que amo fazer malas e viajar. Ficar longe de casa por algum tempo me ajuda a parar as atividades e ouvir a Deus, principalmente. A parte de ouvir a Deus começaria depois do congresso, quando de fato eu não estivesse trabalhando. O congresso em São Paulo foi um tempo bastante “detrás da cortina”. Na série dos “Militantes”, eu não apareço mais na cobertura online. Me acostumei com esse ritmo novo, que acabou acarretando mais trabalho, não apenas produzindo mas supervisionando o trabalho da galera.

Fui de São Paulo a Goiânia, e não fiquei muito tempo lá. Corri para Brasília, passar um tempo precioso com um amigo igualmente precioso. Você conhece aquele tipo de gente que até achamos que gosta da gente, mas não fazemos ideia do quanto? O Jônatas, de quem eu já falei por aqui, me recebeu em sua casa, em Brasília. Além de nos divertirmos muito, pude compartilhar com ele sobre as experiências que vinha tendo com “cerâmica”. Eu podia ter contado literalmente o que estava acontecendo, mas não o fiz por não ser o tempo. Naquela semana, era o ensaio geral do “Aleluia” na Igreja Batista da Lagoinha, e nós conhecemos juntos uma canção que cantarolamos aquela viagem toda:

A convenção em Goiânia foi muito boa. Ver tantas Igrejas reunidas, tanta gente! Ouvir o Generación 12, que já estava aprendendo a gostar e adorar junto (apesar de não ter o Leonardo Matheus, que é o melhor, siempre), foi muito bom. O melhor mesmo foram pequenos eventos que aconteceram fora do Goiânia Arena. O primeiro foi ter presenciado a unção dos bispos da INSEJEC e ter aparecido na manhã de aniversário da Ap. Valnice. Um momento de honra e de glória de Deus, apesar de tão breve, que ficou mesmo dentro de mim. Conversar com a Apóstola sobre videos e computadores, ouví-la pedindo uma opinião sobre algo que ela mesma fez… Sem palavras.

O segundo foi ter estado no Castelo da Verdade! As crianças estavam animadas e o local estava especialmente lindo. Fui para lá ajudar com a projeção e ministrar mídia para os pequenininhos. Me marcou muito a oportunidade de serví-los e de vê-los me servindo também! Comi chocolate e fiz um amiguinho novo. Tudo muito engraçado e num clima de alegria intensa. Gostei tanto da coisa que este ano vou repetir a dose: realizarei meu sonho de fazer produtos especialmente para crianças, e contarei tudo aqui, quando ficar pronto, ok?

[Ló, não esqueci daquele momento na sorveteria também viu? Mas ele fica nas interna, só pra nóis. Hahahaa]

Como eu, você pode se perguntar: “onde Deus estava quando aquilo acontecia comigo?” Em julho, eu finalmente aprendi que os cacos que haviam sobrado de mim, foram feitos para me refazer. Ele esteve presente o tempo todo. Deus não nos fere, e não há discussão nisso. As feridas vem, mas nós, como Seus filhos, passamos na mão do nosso restaurador. Ele é aquele que nos faz de novo, dos cacos, do pó… Quando a vida nos derruba da estante, temos o nosso constante Oleiro para nos colocar no lugar.

Enquanto Deus trabalhava, vi que poderia ir um pouco mais além do que eu costumava ir. Quando nos vemos como um monte de massa, como quando eu me via em maio, por exemplo, não entendemos direito o que Deus quer fazer de modo natural. Quando me vi em pé outra vez, ainda que não terminado, mas com alguma forma, pude entender um pouco do que estava acontecendo. O fogo ainda viria para “me cozinhar”, mas tudo muda quando entendemos o “porquê” da situação. Hoje, todos nós temos uma escolha: ou vemos os “quebras” da vida como meras tragédias, ou os enxergamos como o grande objetivo de Deus com cada homem: RECONSTRUÇÃO.

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