Jefferson Rodrigo tem um nome grande demais (nove letras no nome principal, nome composto, dois sobrenomes), já teve vários apelidos chatos e sem criatividade nenhuma, até que, nos corredores da Universidade, alguém decidiu começar a chamá-lo de Jeff e ele gostou da ideia.
Hoje, ele tem 23 anos completos e é um jornalista diplomado pela Universidade Federal de seu estado, Alagoas. O segundo menor do Brasil sim, mas o mais amado por ele pelo fato desse estado abrigar a cidade mais peculiar que Jefferson conhece: Maceió, onde mora há… 23 anos [e gosta disso].

Jeff tem hábitos incomuns e gostos ainda menos normais. Come batata frita com sorvete sem reclamar e pensa que o elixir da alegria está dentro dos milk-shakes de ovomaltine. Seu principal hobby é pensar e gosta de passar muito tempo de qualidade com softwares de design gráfico. O photoshop nunca está ausente de um dia comum, muitas vezes encontra-se primeiro com o Corel Draw do que com seu pai. Diz-se que tem um gosto musical duvidoso. Há controvérsias.

Talvez o fato mais interessante sobre Jeff seja a respeito de um relacionamento que mantém com uma pessoa (hein?) que é imensuravelmente maior do que ele mesmo. Ele realmente acredita que essa inababesca estrutura de poder se preocupa e o cobre de amor em todas as horas. É sobre esse assunto que se costuma ouví-lo falar por muito, muito tempo, de diversas formas, em várias ocasiões.