Category: Analisando


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A maioria das pessoas que visita meu blog deve conhecer a Mariana Valadão. Pode não saber que ela já lançou seu segundo disco e a última canção que tenha ouvido em sua voz tenha sido “Oásis” no Diante do Trono 11, ou só se lembre de “Quero Tocar-te”, em “Quero me Apaixonar”. A questão é que Mariana lançou dois discos muito maduros musicalmente, e esse novo trabalho só consolida o que foi visto em 2008. O primeiro disco solo veio topado de canções internacionais muito famosas no meio cristão: sucesso garantido. Ótimas versões, com raras ressalvas (como “Hungry” e “Hosanna” que perderam a força de suas letras nas traduções).

2009 foi a oportunidade de lançar um trabalho autoral. E veio “De todo meu coração”, que traz composições dela em parceria com seu marido Felippe Valadão, R.R Soares e outros amigos. A simplicidade do coração de Mariana é totalmente exposta no disco, de modo que as adolescentes no início de sua vida devocional, se identificam muito com o que a cantora fala nas letras. A música que abre o disco e dá nome a ele tem isso muito forte em todo o seu andamento.

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Jesus… Jesus… Como eu também tenho saudade de Jesus hoje! Saudade do que Ele foi, de suas palavras, da sua personalidade. Como nunca antes, eu quero estar onde Ele estiver agora. Saber que essa pessoa tão incrível demanda amor exclusivo e ilimitado a mim só me dá mais motivos de esticar meus braços, como se minhas mãos pudessem tocar o Céu. E se eu aguentasse, acho que faria isso o dia todo.

Essa semana andei lendo uma tradução interessante da Bíblia chamada “The Message”. Ela também é classificada como uma Bíblia Ampliada ou uma Paráfrase. Citada por muitos renomados autores (como o Rick Warren e a própria Valnice Milhomens), essa versão da Bíblia ignora todas as traduções anteriores, levando em conta apenas os manuscritos originais e as transformações que a língua passou até o nosso tempo.

O resultado? Uma Bíblia que não dá sono e soa sempre como um “tapa na cara”. O Jesus que encontrei na The Message tem uma fala simples e tão profunda, mas tão profunda, tão atraente que cativou o meu coração. Ele encontrou um jeito de me conquistar de novo, e conseguiu. Estou obsessivamente, Impulsivamente, completamente, exatamente, Incessantemente, Intensamente apaixonado por Jesus outra vez. E sinto sua falta, porque não o ouço ecoar nos dias de hoje com a profundidade que Ele soou em seu tempo.

Traduzi alguns versículos e decidi colocá-los aqui para você ler. Com certeza vou traduzir outros tantos e colocarei aqui! É apenas o começo de reviver um costume antigo: transcrever a Palavra. E agora, com um novo e muito mais valioso sentido!

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Bem, devido ao excesso de falta de tempo no fim do ano, vou colocar assim mesmo  aqueles “posts de balanço” que todo mundo faz, afinal, ano novo começando e retrospectivas vão bem a calhar. Mas, como fugir do clichè é nossa missão, então decidi fazer uma retrô de todas as coisas que andei ouvindo ano passado. Bem, com certeza vou esquecer de algo, mas vamos começar! Aperte o Play comigo e solte o som.

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Todos estão cegos.

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Não sei ainda, Não sei. Cheguei do cinema, comentei com meus amigos que estiveram lá comigo, perdi o fôlego milhares de vezes, quase chorei, acho que vou chorar daqui a pouco. É forte, é muito forte, é muito profundo, é mais real do que qualquer outra ficção que eu já tivesse assitido. O filme mais real de todos! Nunca vi alguém retratar a realidade de forma tão impressionante.

Todos estão cegos. E parece que eu sou o único a enxergar. Pensei em escrever algo desde antes de assistir, e pensei nessa frase. Aqui, de volta, não resisto ao clichê. Ainda não consigo falar muito, talvez consiga fazer uma crítica mais elaborada por aqui, mas depois, outro dia, quando eu passar a enxergar as coisas mais em ordem do que hoje. Deve ser porque estou num tempo interessante de não falar, na verdade de aprender a gostar de ouvir, e ouvir. E ser alimentado pelo que ouço. E deixar a maioria das coisas que devem ser ditas para daqui a pouco.

Enquanto isso, se você ainda não assistiu, vê aí se o trailer te encoraja a correr até o cinema.