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Não sei ainda, Não sei. Cheguei do cinema, comentei com meus amigos que estiveram lá comigo, perdi o fôlego milhares de vezes, quase chorei, acho que vou chorar daqui a pouco. É forte, é muito forte, é muito profundo, é mais real do que qualquer outra ficção que eu já tivesse assitido. O filme mais real de todos! Nunca vi alguém retratar a realidade de forma tão impressionante.

Todos estão cegos. E parece que eu sou o único a enxergar. Pensei em escrever algo desde antes de assistir, e pensei nessa frase. Aqui, de volta, não resisto ao clichê. Ainda não consigo falar muito, talvez consiga fazer uma crítica mais elaborada por aqui, mas depois, outro dia, quando eu passar a enxergar as coisas mais em ordem do que hoje. Deve ser porque estou num tempo interessante de não falar, na verdade de aprender a gostar de ouvir, e ouvir. E ser alimentado pelo que ouço. E deixar a maioria das coisas que devem ser ditas para daqui a pouco.

Enquanto isso, se você ainda não assistiu, vê aí se o trailer te encoraja a correr até o cinema.